29/03/2010

Uma aspirante a esquerdina

Demorei nove anos a tirar a licenciatura. Nove longos anos, com escola, trabalho, amizades, felicidades, descobertas, constatações, desilusões, frustrações e muitos, muitos sapos! Depois desta longa epopeia redescobri a tradutora em mim e decidi apostar nela, o que não agradou ao empregador da altura.
Algures entre o desemprego e os estudos descobri a adorada TAV, deixando o sonho de intérprete de lado. Lutei, batalhei, consegui.
Agora, a TAV, a ironia do destino, a filha da puta da má sorte, ou simplesmente um aviso do organismo para abrandar, prendam-me com uma bela tendinite. Desculpem a indignação e o inconformismo, mas acho que sou nova demais.
Não sou mulher de desistir, no entanto, o futuro revela-se incerto. TAV a tempo inteiro never again, isto se quiser manter a mobilidade da, até então, subvalorizada mão direita. Avizinham-se prantos e dias cinzentos por estas bandas, depois vamos à luta, mas só depois.

A mão esquerda assume a responsabilidade de qualqqer erro que possa estar presente no texto.

4 comentários:

Anónimo disse...

Pensamento positivo, Helena. Tudo vai melhorar, mais cedo do que imaginas. Tenho a certeza.
Beijinho.

Pedro Correia

Tanita disse...

É o meu maior medo!

As melhoras para esses lados!

:)

Helena disse...

Obrigada a ambos pelo apoio e obrigada pela visita ilustre, Pedro.

Sol disse...

As melhoras (rápidas)!