26/02/2010

#@*##@$#**

Passei o dia a ser bombardeada por centenas de delivery satus notification (failure) de um e-mail que não enviei... Haja paciência!!

Flashback 8

Um ponto de viragem.

25/02/2010

Açorda à portuguesa

E agora? Mais águas de bacalhau...
Ainda bem que temos mil e tal maneiras de o cozinhar.

Flashback 7

Foi com esta que aprendi, que a música dos U2 é afrodisíaca...
Ou talvez seja só da sensualidade, que o Bono expira por todos os poros. (suspiros)

Estas coisas deixam-me doente

“Destiny’s first pageant was at the age of two.” (mãe irresponsável 1)
“I like winning a bunch of money.” (criança explorada)
“Destiny has won close to five or six thousand dollars.” (mãe irresponsável 1)
“I think that Karmen is gaining confidence from pageants and I think that maybe someday she may be Miss America. She may be Miss Universe. She may be an actress.(...)I don’t know really what I wouldn’t pay to let them do what they want to do.(…) I love for her to do pageants because of the look that I see on her face when she does win.” (mãe irresponsável 2)


Detesto que os pais projectem os seus sonhos/frustrações nos miúdos. Detesto que explorem os miúdos. Detesto que pensem que o fazem para o bem deles.
Há pessoas que, definitivamente, não foram talhadas para a paternidade, e que não conseguem perceber que as crianças não são um brinquedo de plasticina, ao qual podemos dar a forma que bem entendemos.
Este mundo de exigências e estrelato prematuro é agressivo e destruidor.

Incubadora

Dois projectos no forno, quase a sair.

23/02/2010

Acho que ainda não me apetece sair do quarto escuro.

19/02/2010


Há dias em que apetece fechar as cortinas e persianas , deitar-me na cama,
em posição embrionária, no escuro, e ouvir isto.

18/02/2010

Estado das coisas: uma grande azia!

Cada vez mais penso que seria interessante rebentar as principais sedes de bancos do mundo, já agora podia rebentar com os arquivos das finanças e segurança social, mas já não me lembro como acabava o Fight Club.


Que futuro será mais assustador?

17/02/2010

Se não cair uma bomba de emergência, hoje, terei de enfrentar este monstro

Mas só mesmo porque a pilha de roupa está quase a chegar ao tecto. Isto deve dizer algo sobre o meu espírito consumista, que até anda bastante refreado. Talvez diga mais sobre a fada do lar, que tal como a fada dos dentes, só existe no Carnaval.

Ainda sobre o Carnaval

Macho latino metrossexualizado ou é algo na água? Juro que nunca, em todos os meus quase 30 anos de existência, vi tanto homem depilado. Nem na volta a Portugal!

16/02/2010

Pândega

Antes de mais, eu gosto do Carnaval. E que fique claro que é mesmo o Carnaval e não o Entrudo.
Foi durante muito tempo, um grande dilema optar por defender festas tradicionais, ou adoptar as festas importadas. Cheguei a uma conclusão: deixem-se de merdas, todas as festas foram importadas. Nada é como era e nada voltará a ser. Sempre foi assim, é um ciclo, e sempre será.
E porque raio deverei festejar o Entrudo, se nem sequer sou religiosa? Portanto, festejo o Carnaval, venha ele donde vier. Festejo o Natal da Coca-Cola, porque é mais colorido e porque não acredito que algum médico tenha feito inseminação artificial a uma virgem. Festejo o Samhain e não o dia dos mortos. Festejo o que me apetecer ponto final
Relativamente a este Carnaval, soube bem mudar de ares. Ainda vou pensar se hei-de colocar aqui as minhas criações, como é hábito.
Adoro a loucura do Carnaval, adoro saltar (saltar, porque eu sou cepa e não danço) ao som daquela música que se torna estranhamente alegre e suportável, nesta altura do ano. Adoro o ritual de coser os fatos, adoro a maquilhagem, adoro dedicar-me aos detalhes, adoro embonecar o meu marido (estranha palavra, ainda), adoro, simplesmente adoro.
Detesto as pessoas maldispostas. Tudo bem, não gostam. Tudo bem, não são obrigados a mascarar-se. Mas olhar para os mascarados como se fossem anormais, não está bem. Bufar a ouvir a música, não está bem. É quase como ir a um bar ou restaurante para fumadores, só vai quem quer.
Detesto máscaras horrendas, detesto que pessoas com a cara totalmente tapada se metam comigo e não percebo porque não me deixam em paz. Devo ter mel!...
Seja como for, independentemente da máscara, o que marca o Carnaval é o bom humor. É impossível não reagir, pela negativa, quando vemos um grupo de mortes. É que é coisa que não tem piada. Mas também é impossível não rir à gargalhada, quando nos fazem uma serenata...

É este o espírito do Carnaval de que tanto gosto. Quem dera que a morte fosse sempre tão animada.

15/02/2010

ACUSADORES/ ACUSADOS

Só conseguimos reconhecer totalmente uma característica do outro e antecipar o que daí advém, se também formos réus da nossa própria acusação.

«37 Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; soltai, e soltar-vos-ão.

38 Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando vos darão; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo.

39 E disse-lhes uma parábola: Pode, porventura, um cego guiar outro cego? Não cairão ambos na cova?

40 O discípulo não é superior a seu mestre, mas todo o que for perfeito será como o seu mestre.

41 E por que atentas tu no argueiro que está no olho do teu irmão e não reparas na trave que está no teu próprio olho?

42 Ou como podes dizer a teu irmão: Irmão, deixa-me tirar o argueiro que está no teu olho, não atentando tu mesmo na trave que está no teu olho? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás bem para tirar o argueiro que está no olho de teu irmão.»


LUCAS 6:37-42

10/02/2010

Torchwood. Outside the Government, beyond the police.
Tracking down Alien life on earth, arming the human race against the future.
The twenty first century is when everything changes and you've got to be ready.

Seria de esperar que já não se fizesse merda desta no século XXI. Calha-me cada uma...

Flashback 5


Esta fazia-me arrepiar e ainda faz, qualquer coisita.

09/02/2010

Vamos a isso? Assinem!

Para: Presidente da Assembleia da República, Dr. Jaime Gama

O primeiro-ministro de Portugal tem sérias dificuldades em lidar com a diferença de opinião.

Esta dificuldade tem sido evidenciada ao longo dos últimos 5 anos, em sucessivos episódios, todos eles documentados. Desde o condicionamento das entrevistas que lhe são feitas, passando pelas interferências nas equipas editoriais de alguns órgãos de comunicação social, é para nós evidente que a actuação do primeiro-ministro tem colocado em causa o livre exercício das várias dimensões do direito fundamental à liberdade de expressão.
A recente publicação de despachos judiciais, proferidos no âmbito do processo Face Oculta, que transcrevem diversas escutas telefónicas implicando directamente o primeiro-ministro numa alegada estratégia de condicionamento da liberdade de imprensa em Portugal, dão uma nova e mais grave dimensão à actuação do primeiro-ministro.
É para nós claro que o primeiro-ministro não pode continuar a recusar-se a explicar a sua concreta intervenção em cada um dos sucessivos casos que o envolvem.
É para nós claro que o Presidente da República, a Assembleia da República e o poder judicial também não podem continuar a fingir que nada se passa.
É para nós claro que um Estado de Direito democrático não pode conviver com um primeiro-ministro que insiste em esconder-se e com órgãos de soberania que não assumem as suas competências.
É para nós claro que este silêncio generalizado constitui um evidente sinal de degradação da vida democrática, colocando em causa o regular funcionamento das instituições.
Assistimos com espanto e perplexidade a esse silêncio mas, respeitando os resultados eleitorais e a vontade expressa pelos portugueses nas últimas eleições legislativas, não nos conformamos. Da esquerda à direita rejeitamos a apatia e a inacção.
É a liberdade de expressão, acima de qualquer conflito partidário, que está em causa.
Apelamos, por tudo isto, aos órgãos de soberania para que cumpram os deveres constitucionais que lhes foram confiados e para que não hesitem, em nome de uma aparente estabilidade, na defesa intransigente da Liberdade.

Assinem aqui.

08/02/2010

Flashback 4

Palavras para quê? Esta faz, simplesmente, sentir-me bem.

O que fazer quando um psicopata cruza o nosso caminho?

Continuar a ser felizes, como sempre fomos.
A nossa felicidade é o que ele mais inveja e é o que mais o incomoda. Por isso, elabora redes intrincadas de manipulações e intrigas. Espalha veneno e maldade por todos os cantos. Mas, eventualmente, acaba por morder a língua e ferir-se com o próprio veneno. Porque no meio daquele narcisismo que o faz pensar ser infalível, ele é mais, ou tão, falível como o comum dos felizes mortais. Toda a gente erra e ele comete erros fatais.
Mais cedo ou mais tarde, a verdade vem ao de cima, e o destino encarregar-se-á de dar a lição a essas pessoas vazias, ou melhor, seres vazios.

07/02/2010

06/02/2010

DINHEIRO, SEMPRE O DINHEIRO

Na sociedade de consumo regida pelo mais altos valores monetários- pois claro!-, só se é pessoa desde que com dinheiro. Tudo se compra e tudo se vende, mas tem um preço elevado. Se se precisa de saúde, pode-se comprá-la; se se precisa de formação, pode-se comprá-la, no entanto a que preço? Se não acedemos à saúde ou à formação por falta de dinheiro, somos apontados.É triste dependermos tanto do dinheiro e sermos limitados na nossa progessão na vida por falta de dinheiro.


I work all night, I work all day, to pay the bills I have to pay
Ain't it sad
And still there never seems to be a single penny left for me
That's too bad
In my dreams I have a plan
If I got me a wealthy man
I wouldn't have to work at all, I'd fool around and have a ball

Money, money, money
Must be funny
In the rich man's world
Money, money, money
Always sunny
In the rich man's world
Aha-ahaaa
All the things I could do
If I had a little money
It's a rich man's world

A man like that is hard to find but I can't get him off my mind
Ain't it sad
And if he happens to be free I bet he wouldn't fancy me
That's too bad
So I must leave, I'll have to go
To Las Vegas or Monaco
And win a fortune in a game, my life will never be the same

Money, money, money
Must be funny
In the rich man's world
Money, money, money
Always sunny
In the rich man's world
Aha-ahaaa
All the things I could do
If I had a little money
It's a rich man's world

Money, money, money
Must be funny
In the rich man's world
Money, money, money
Always sunny
In the rich man's world
Aha-ahaaa
All the things I could do
If I had a little money
It's a rich man's world

It's a rich man's world



ABBA
video

Perguntas e Respostas 2

Para cada pergunta há pelo menos uma resposta; para cada resposta há pelo menos uma pergunta.

Direito a responder, direito a perguntar.

Todas as perguntas e respostas são possíveis; nem todas as perguntas, nem todas as respostas são desejáveis.

Há perguntas que mesmo sem as suas respostas já maltratam.

Perguntas...respostas...

WC

As belas das casas de banho e a sua literatura. Quantas as coisas que se podem escrever nas portas e paredes e que passam de geração em geração. As escolas são museus vivos de literatura em criação.

Nunca escrevi; nunca tive vontade de escrever, mas se o tivesse feito teria já começado a fazer algo para me imortalizar. Afinal não é preciso uma árvore, um livro ou um filho: basta uma casa de banho para ficarmos para a posteridade.

E os wc até podem ser formativos no sentido mais requintado do termo, como se vê pelo vídeo em questão.Uma bela ideia para educar para o uso do preservativo na prevenção do HIV. Excelente campanha.
video

04/02/2010

Ghost - O espírito do... blogue 1

Cátia, this blog needs you!

Flashback 3


Fiz batotice, este flashback tem duas músicas, mas só porque é impossível dissociá-las daquele período de "tola-alegre" que foi a minha adolescência. Claro que tive momentos deveras problemáticos, como qualquer adolescente, mas foi, sem dúvida uma altura em que era bem mais aparvalhada do que sou agora.
Escolhi a primeira música... Bem, não interessa. Quem conseguir ouvir esta música sem saltar, sem abanar, nem que seja ligeiramente, o capacete, é fatela.
A segunda porque, mais uma vez, me faz lembrar de momentos passados com a Paula e sobretudo da nossa adaptação da letra, digna de qualquer "tola-alegre", que envolve, claro está, qualquer coisa fálica.
Estava aqui a pensar nisso e, realmente, a nossa capacidade, para inventar coisas estúpidas e rir à gargalhada, era muito superior ao efeito daquilo que os miúdos fumam, hoje em dia, e não lhes dá sequer metade da nossa pica.

Perguntas e respostas

Foram muitos os sábios que dedicaram as suas vidas à procura de respostas. Dúvidas existenciais que os martirizaram até à morte. Muitos lançaram-se em verdadeiras epopeias para encontrar as respostas que tanto ansiavam.
Agora não é preciso. Temos as respostas à distância de um clique, em www.answers.com.

03/02/2010

Ai, ai, ai... Ai, ai, ai, ai... Ai, ai, ai, ai, ai... Ai, ai !...

Não gosto de ver adultos a comportarem-se como crianças, mas eu quero o colo da minha mãe!... As otites doem, doem muito!

02/02/2010

Second resolution of the year

Learn how to fucking say NO!!! Just to keep a certain level of mental sanity, you know?

Flashback 2


Estávamos no ano de 1993 e eu ouvia isto o mais alto que conseguia, saltava, gritava e girava, girava, girava até cair na cama, com a tola da Paula, claro. Bons tempos, muita gargalhada.

01/02/2010

Flashback 1

Esta música anda a seguir-me há semanas. Não a ouvi em lado algum, simplesmente, anda a tocar na minha cabeça, não sei bem porquê.
Então, pronto, aqui está ela, com todo o destaque que merece, para me ajudar a esquecer a sonolência pós-almoço. Dispensam-se, claro, os detalhes da coreografia que acompanharam a sua audição.
Esta é uma daquelas que me faz sentir happy :D, very, very happy, tal e qual uma adolescente. Por isso, lembrei-me - e como este ano não escapo dos 30 - de fazer uns flashbacks (pelo menos 30) de todas aquelas músicas que me fizeram sentir very, very happy, very, very sad, que me marcaram de alguma forma, ou que simplesmente me dão vontade de abanar o capacete.
Enjoy!

Family affairs

A minha Matilde (a labradora loura) partilha o meu gosto pela gramática. Então, decidiu roer o meu prontuário novo...
Não é que nunca tivesse pensado nisso, ou não tivesse vontade de o fazer. Sinceramente, preferia que a feliz contemplada tivesse sido a gramática do Cunha e Cintra, por quem nutro um ódio especial.
Agora vai ter de pôr o rabinho a render, para me comprar um prontuário novo.

O Drama o Horror!...

Sou leitora assídua de um blogue, o Delito de Opinião, que conheci quando um grande amigo se juntou à equipa de colaboradores.
Ora eu, aqui na minha ignorância, gosto muito de ler o que os intelectuais escrevem, ora os assuntos sérios, ora as tolices e, volta e meia, quando tenho tempo, lá vou opinando, sobre um assunto ou outro.
Qual não é o meu espanto, quando, cumprindo o ritual de todos os dias, antes de começar a minha epopeia - com a chávena de café fumegante numa mão, e o rato na outra, vou lendo os blogues, à procura de novidades - vejo um comentário meu destacado no blogue.
Ainda hesitei e pensei: "Bolas, alguém escreveu uma cena muito parecida com o que escrevi;" mas depois: "Não, não, fui mesmo eu que escrevi isto;" e ainda: "Que horror, que vergonha, faltam aqui vírgulas e tudo mais;" finalmente: "Merda, agora toda a gente vai ler o que escrevi."
Conclusão: Não sou boa da cabeça, mas isso sempre soube, lá bem no fundo. Se não gosto que leiam o que escrevo, então, porque escrevo?