30/03/2010

Adão e Eva

Um alemão, um francês, um inglês e um português apreciam o quadro de Adão e Eva no Paraíso.

O alemão comenta:
Olhem que perfeição de corpos: Ela, esbelta e espigada. Ele, com este corpo atlético, os músculos perfilados. Devem ser alemães.
Imediatamente, o francês contesta:
Não acredito. É evidente o erotismo que se desprende das figuras: Ela, tão feminina. Ele, tão masculino. Sabem que em breve chegará a tentação. Devem ser franceses.
Movendo negativamente a cabeça o inglês comenta:
Que nada! Notem a serenidade dos seus rostos, a delicadeza da pose, a sobriedade do gesto. Só podem ser ingleses.
Depois de alguns segundos mais, de contemplação silenciosa, o português declara:
Não concordo. Olhem bem: não têm roupa, não têm sapatos, não têm casa, estão na merda, só têm uma única maçã para comer, mas não protestam, só pensam em sexo, e pior, acreditam que estão no Paraíso. Só podem ser portugueses!

Cátia, via gmail

Mão morta, mão morta tem os filhos à porta, não tem que lhes dar, dá a mão a beijar

Vá lá... Só um bocadinho de humor negro.
A música é perfeita, a letra genial, como todas.
Palavras para quê?

29/03/2010

Uma aspirante a esquerdina

Demorei nove anos a tirar a licenciatura. Nove longos anos, com escola, trabalho, amizades, felicidades, descobertas, constatações, desilusões, frustrações e muitos, muitos sapos! Depois desta longa epopeia redescobri a tradutora em mim e decidi apostar nela, o que não agradou ao empregador da altura.
Algures entre o desemprego e os estudos descobri a adorada TAV, deixando o sonho de intérprete de lado. Lutei, batalhei, consegui.
Agora, a TAV, a ironia do destino, a filha da puta da má sorte, ou simplesmente um aviso do organismo para abrandar, prendam-me com uma bela tendinite. Desculpem a indignação e o inconformismo, mas acho que sou nova demais.
Não sou mulher de desistir, no entanto, o futuro revela-se incerto. TAV a tempo inteiro never again, isto se quiser manter a mobilidade da, até então, subvalorizada mão direita. Avizinham-se prantos e dias cinzentos por estas bandas, depois vamos à luta, mas só depois.

A mão esquerda assume a responsabilidade de qualqqer erro que possa estar presente no texto.

26/03/2010

Musiquinha para o fim-de-semana

Adoro as quintas-feiras

Não é por ser quase sexta, nem nada que se pareça. É porque é dia de futebol.
Passo a explicar, o meu maridão joga futebol todas as quintas e desde há uns tempos para cá (não muito, porque isto é recente) tenho vindo a reparar que existe um comportamento sistemático às quintas-feiras: ele chega, arruma a cozinha, põe a louça a lavar, aspira o chão, vai despejar o lixo e depois segue para o futebol.
Não é um acontecimento semanal único, mas é único dia em que a eficiência é exímia e é o único dia em que não tenho de ouvir a pergunta irritante: "O que queres que faça?"
Pergunto-me se ele sofrerá de algum tipo de peso de consciência... O Freud deve explicar. Não sabe ele que essas horas a sós são preciosas para mim?
Anyway, venham mais quintas-feiras pacíficas e limpinhas.
"Show de bola!" ;-)

25/03/2010

Não resisti.

Tive de trazer esta "cunbersa" para aqui. É bom demais!
Ora imaginem lá o Sócrates e o pessoal do PS com umas calças à MC Hammer, uns "bling-bling" da moda e mais uns tantos demónios do parlamento, vestidos a rigor, com uns belos "grills," a discutirem o PEC (Programa de Estabilidade e Crescimento) e digam lá se esta música não seria a banda sonora perfeita?

Em época de contenção de despesas, fazer uma Fnac aqui mesmo ao lado, só pode ser uma piada cruel do destino. Abre hoje e eu vou passar o resto da semana e o fim-de-semana a tremer como uma ressacada, para não ir lá. MUST... RESIST!... (dito à la Homer Simpson fica mais engraçado)

Flashback 11

Era tão, tão novinha que nem vale a pena pensar nisso. Enfim, enquanto as minhas amiguinhas ouviam New Kids on the Block (que orgulhosamente continuo sem saber muito bem o que é), eu ouvia isto, influência óbvia do meu irmão. Facto é que adorava isto e deixo muitas pessoas de boca aberta, quando passa uma música deles na rádio, é que além de cantar mal como tudo, também sou muito expressiva.
Os meus Guns n' Roses são os principais responsáveis pelos meus Muito Bons (100%) a Inglês. Na altura não sabia explicar como sabia Inglês e as professoras achavam que eu estava a mentir, porque era bilingue (já podem ver o quanto era novinha).
Escusado será dizer que comecei cedo a fazer mais amizades entre os rapazes que do entre as raparigas :) Ah! E gostava mais do Axl do que do Slash.

24/03/2010

Experiências fotográficas com a coisa cor-de-rosa

Matilde, aka Patusquela

Francisco, aka Charlie Brown

Percebem, agora, porque gosto tanto de cães?

23/03/2010

Futuro transgénico

Primeiro começou com o milho...


As consequências são bem conhecidas e assustadoras.

Depois foi a batata...



E, agora, é o arroz...



Estou um bocado farta que tomem decisões por mim, que até já chegam ao cúmulo de decidir o que vou comer. Parece que sou uma criança, naquela idade em que já quero opinar, mas ninguém me dá ouvidos, porque não tenho direito a opinião.

Quando será a altura de gritarmos, alto e bom som:
STOP FUCKING WITH ME!!


Vou falar de futebol, o que é um bocado estranho

Apesar de não perder muito tempo a ver jogos de futebol, nos dias que correm, não resisti ao jogo do passado domingo.
Nascida no seio de uma família de Lagartos, não sei porquê, vi a Luz algures entre os meus 5 e 8 anos e nunca mais a abandonei. Foi um clique no coração, talvez. Só sei que gosto deles e gosto de vermelho (ou encarnado, como preferem dizer os lisboetas politicamente correctos).
Portanto, obviamente que fiquei contente com o resultado do jogo e não me contive de dizer uns "toma lá!" Até porque não consigo simpatizar muito com aqueles répteis do Porto, o que é capaz de ser um preconceito generalizado a toda a zona nortenha, do qual me envergonho, mas não consigo evitar. Os nortenhos são as pessoas mais simpáticas e hospitaleiras que já conheci, ao mesmo tempo conseguem ser as mais rudes, mal-educadas e porcas. Estou consciente de que estes são uma minoria, mas são imagens que não consigo esquecer ao ver um jogo como o de domingo.
Achei que o comportamento de ambos os lados foi vergonhoso, como sempre, por isso é que deixei de ver futebol e nem sequer me vou dar ao trabalho de falar das claques.
Só quero deixar umas perguntinhas. Sendo o futebol, hoje em dia, o que mais nos dá a conhecer ao mundo, não deveríamos esforçar-nos para melhorar o nosso desportivismo, dentro e fora do campo? Quando é que a máfia do futebol vai passar a pagar impostos como todos os outros contribuintes do estado? Quando vamos apostar noutros desportos da mesma forma que apostamos no futebol? Quando é que as escolas das academias desportivas vão passar exigir que os futebolistas saibam ler e escrever ?

22/03/2010

Coisas, provavelmente inventadas por homens, para mulheres (1)*

* pode ferir susceptibilidades dos leitores masculinos mais sensíveis









Eu cá sei de um sítio onde esta coisa nunca entrará!
Apesar do seu tamanho, tem pouca capacidade. Lá está a sensação de absorção a falhar...
Como é possível andar um dia com aquilo, sem ser desconfortável?
E depois, ele entra muito achatadinho, mas sai com um diâmetro considerável.
Que espécie de exercício tântrico terei de fazer para o conseguir agarrar?...
Se aquilo é maleável, o que impede o desastre total ao retirá-lo?
São parvos ou quê? Acham mesmo que a moda vai pegar?

Aaaarrrrrgggghhhhh!

21/03/2010

Ser poeta

Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!

É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!

É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!

E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!

A todos os poetas, grandes sofredores, que nos abençoam com as suas dores.

18/03/2010

Sabem aqueles beijos dos filmes que fazem andar tudo à roda?
Serei a única que só consegue esse efeito embriagada?

Só para desanuviar um bocado

E "back to work."

16/03/2010

Sou uma mestre de culinária

Os enfeites das travessas são um desastre e as minhas especialidades são o inssoso e o queimado.

11/03/2010

Também dou para o outro lado...

... musicalmente falando. Mas este Soul meio Jazz é "as far as I go."
Gosto muito de ouvir isto, enquanto faço a minha terapia de jardinagem. Nada melhor do que encardir as unhas de terra. O que, aliás, apetece mesmo fazer com este sol maravilhoso. Vou aproveitar para fazer a pausa merecida.

10/03/2010

Adorava isto (1)

Deve ter sido por isso que me senti tão fascinada em Chichén Itzá.

08/03/2010

Dia de lágrimas

Os festejos do dia da mulher irritam-me.

Primeiro, porque não deveria ser preciso haver um dia da mulher, para as pessoas aprenderem a valorizar-nos enquanto seres humanos, com a mesma capacidade que o homem.

Segundo, porque festejar os feitos de mulheres louváveis com chapéus de bruxa e falos é um insulto à luta dessas mesmas mulheres e a tudo que conseguimos até agora.

Terceiro, porque não consigo celebrar o facto de ser mulher, sabendo o que se passa no mundo. Onde todos os dias, mulheres (aliás, meninas) são maltratadas, abusadas, espancadas, violadas, vendidas, e, novamente, maltratadas, abusadas, espancadas, violadas, vendidas, até que a salvação chegue ou até mesmo a morte.

De todas as atrocidades que o Homem é capaz de cometer, e sei que há bem mais, igualmente horrendas e das quais não me esqueço, esta é a que me toca mais e a que mais me repugna. Porque, sendo todo o tráfico humano ignominioso, aquele que tem como objectivo a escravatura sexual é torpe, é nojento, é sórdido, é ignóbil, é vil, não há palavras que descrevam a putrefacção das mentalidades de quem o pratica.

Por isso em dias como este, não me consigo rir, não consigo festejar, mas consigo lembrar-me destes testemunhos:

O Brasil é um dos destinos preferidos dos turistas sexuais. Portugueses, espanhóis e italianos são os principais consumidores de sexo fácil e barato com mulheres, mas também com crianças e adolescentes brasileiras. Para entrar na rota da exploração sexual infantil, que vitima dois milhões de crianças em todo o mundo, os repórteres da SIC e da revista VISÃO estiveram em Salvador, Porto Seguro e Fortaleza. Encontraram miséria, droga, corrupção e prostituição. Encontraram infâncias roubadas.

Ao primeiro dia, vi pobreza, rios de esgoto a atravessar barracas, gente que se fecha em casa com medo das armas dos traficantes de droga.


Exploração. Ao segundo dia, ouvi gente que trabalha sobre a exploração sexual infantil há muitos anos e me alertou: “Aponta-se o dedo ao turista sexual, mas isso é só a ponta do icebergue. Elas vendem-se porque têm fome. Os pais abusam, empurram. As mães fecham os olhos porque precisam do dinheiro.”

Direitos da criança. Ao terceiro dia, registei a revolta de uma assistente social. Contou-me que, há seis anos, em Salvador, o recepcionista de um hotel de cinco estrelas chamava uma mãe para deixar um bebé de oito meses no quarto dos turistas que o “encomendavam”. A mãe voltava à hora marcada para recolher o bebé e o dinheiro. Até ao cliente seguinte.

Tráfico de seres humanos. Ao quarto dia, encontrei uma mulher de olhar confuso, que recorria à mãe para confirmar a sua própria idade. Queria tanto fugir à pobreza da sua aldeia que, com 17 anos, aceitou que um suíço, 30 anos mais velho, a levasse para a Europa. Foi drogada, pontapeada, queimada. Não podia sair de casa sozinha. Mesmo assim não se considerava escrava. Antes presa numa casa rica, do que livre para a miséria. Parece uma opção. Mas é só a história de quem não tem opção.

Machismo. Ao quinto dia, esperei pelo relato do repórter de imagem da SIC, Jorge Pelicano, sobre o resultado do seu “disfarce” como turista sexual. Um taxista garantiu-lhe que arranjaria uma adolescente. “É fácil.” Mas, pior do que isso, confessou, orgulhoso, que há pouco tempo tinha “transado” com uma. Ela não tinha dinheiro para pagar a viagem. Ele cobrou-se como melhor lhe convinha: “Menina novinha é bom demais.” Para ele. E para ela? Não importa.

Culpa. Ao sexto dia, entrevistei adolescentes que tinham os braços todos cortados. Vítimas de exploração sexual desde crianças, automutilavam-se. Alguns cortes marcavam os pulsos. Perguntei se não tinham medo de morrer: “Não importa. São trinta minutos de alívio. Quanto mais sangue sair, melhor me sinto a seguir”, respondeu uma delas.

Abandono familiar. Ao sétimo dia, perguntei a uma jovem abusada pelo pai desde os 7 anos e explorada por pedófilos se não queria ter filhos. Respondeu que não, “porque não”, e pregou os olhos no chão. Quando se confessou incapaz de dizer “não” a homem algum, porque tinha medo de “apanhar”, como acontecia com o pai, foi a minha vez de pregar os olhos no chão. Estava a tornar-se cada vez mais difícil entrar na alma destas miúdas e sair ilesa.

Droga. Ao oitavo dia, fitei o olhar de um menino de rua na noite de Fortaleza. Ele correspondeu. Tinha 6, 7, 8 anos, no máximo. A pele estava esticada, à volta dos olhos havia rugas – um olhar de criança em rosto de velho. Era já madrugada e ele andava pelas mesas dos bares de prostituição a apanhar as latas vazias para poder fumar crack.

Emocionalmente, a minha reportagem acabou aqui. Já tinha visto todo o mal que o mundo tem para oferecer às crianças. Um mundo localizado num destino de férias paradisíaco, onde milhares de portugueses gostam de passar férias. Alguns não vão só à procura de belas praias. Cada minuto do seu prazer ficou marcado nos braços das minhas entrevistadas.

Um dia como este deveria ser um dia de lágrimas, pois somos nós, países ditos desenvolvidos, que alimentamos toda esta podridão.

07/03/2010

06/03/2010

Teoria da conspiração? Or not...

Vi aqui um comentário digno de colocar nesta conspirata, a propósito deste post.

Caro Kaos, Mas acha que é piada???


Olhe, que se calhar é mesmo a sério, não são as suas ilhas pontos apetecidos para turismo de luxo e de construção de mansões para gente fina???
Acredito piamente nessas intenções, a Grécia tem ao que parece, umas centenas de ilhotas, certamente, nem todas serão habitadas, veja lá se não era um óptimo local para os tubarões das finanças lá construírem umas "modestas" casinhas, tanto mais, que com a orientação que o Governo grego tem de baixar salários e regalias sociais, a mão-de-obra, um dia destes, é a "dez réis de mel coado", por outras palavras, aproxima-se o tempo da escravatura, mas não se pense que será só na Grécia, Portugal, Espanha e outros países europeus que se preparem, comprem muita vaselina, que a seguir seremos nós a ser enrabados, ou pensa alguém com um mínimo de meia dúzia de neurónios, que esta "crise internacional" não foi uma coisa preparada???
Por outro lado, e isto aplica-se a Portugal iguamente, o que foi feito dos milhares de milhões de Euros que foram distribuídos a título de "dote" pelos países que entraram na UE, sim, pergunto e haja alguém que me responda, aonde foi parar a maioria desse dinheiro???
Será a isso estranho, o facto de em Portugal, um país que há 25 anos andava de cuecas e camisa rota, de repente ter tantos milionários???
Será, que todos esses novos-ricos, receberam heranças de tias ricas no Brasil ou lhes calhou o Totobola???
Porque é que nunca se investigou e penalizou a sério essas riquezas caídas do Céu, o que é fez com que nada acontecesse a essa gente, tudo ficou impune, fazem parte de alguma seita, ou são "Eleitos" de Deus???
E agora, tal como na Grécia, também vem com redução de salários, redução de prestações sociais, aumento da idade da reforma (não tarda muito e é aos 80anos), com aumento dos impostos, o que ainda irá agravar mais o desemprego, ou seja, ao contrário do que se dizia antigamente "os ricos que paguem a crise", hoje é: "os pobres que paguem a crise", pois então, não passamos de um povo de bovino e cavalgaduras, isto já não falando que vão vender empresas públicas, e um dia destes até o Cristo-Rei e os Jerónimos vão à vida, sim, porque a ilha do Pessegueiro e as Berlengas são frias, se não, também já faziam parte do pacote.
Meus caros Amigos, que ninguém acredite que Portugal conseguirá erguer-se com estas criaturas que temos hoje na política, podem remendar aqui ou ali, mas no fim, quem vai ficar todo remendado e sem conserto somos nós.
Mas levamos porrada e gostamos, somos uma cambada de masoquistas, ninguém tem tomates para nada, somos todos uns merdosos.
Isto já não é um país, é um estábulo, muito mal cheiroso, por sinal!!!


Cumprimentos.
LUSITANO

Pub


Do meu recente descoberto Paulo.


São dois entre muitos. Amadores, artistas que amam e não têm apoio.
Iniciativas para promever jovens artistas, precisam-se.

05/03/2010

Flashback 10

Quando vesti as minhas primeiras calças rasgadas, à rebeldia dos meus pais, e pintei as unhas de preto e azul, só mesmo porque a minha professora de Matemática achava que não era maneira de me apresentar na sala de aula (God!! Custa a crer que foi só há 16 anos... Ok, se calhar, mais valia estar calada), ouvia isto no meu grandioso leitor de cassetes, que, se não me engano, foi oferta do Círculo de Leitores. :-p

03/03/2010

Gostava de perceber porque os meus cães ficam a olhar para mim com uma expressão intrigada (sim, os meus cães são muito expressivos), quando eu canto. Parece que pensam: "Porque raio estará ela a uivar, se não é lua cheia?"

A dança das mil mãos

É impressionante o que se consegue fazer com força e determinação.
É a prova de que não é preciso ouvir, para sentir.
E a dança não é uma coisa linda? Não exprime tudo o que podemos sentir, ou sequer imaginar sentir, em simples e apaixonados gestos. A dança é a minha recente paixão, é algo que me emociona a sério.
É como dizem: "um gesto vale por mil palavras" e não há palavras que possam descrever uma boa dança.

Pronto, agora é que foi

Pearl Jam, Faith no More e Alice in Chains confirmados do Alive, e logo uma semana e pouco depois de ver os meus adorados em Londres. Podia explodir de alegria, mas é melhor não. Alguém tem de trabalhar para recompor a carteira do desfalque.

01/03/2010

"O que saberei, o que não saberei nunca,
está na Biblioteca em verde murmúrio
de flauta-percalina eternamente."

Carlos Drummond de Andrade