Don't treat others the way you don't want to be treated.
31/07/2010
30/07/2010
Dúvidas quase existenciais (a)
Café ou Calippo? Café ou Calippo? Café ou Calippo? Café ou Calippo? Café ou Calippo? Café ou Calippo? Café ou Calippo? Café ou Calippo? Café ou Calippo? Café ou Calippo?
Que se lixe! Venham os dois, que eu preciso de despertar a todo o custo. Senão ainda adormeço, parto um dente no teclado e ainda por cima tenho um pesadelo com uma certa exploração no Bismarck.
Que se lixe! Venham os dois, que eu preciso de despertar a todo o custo. Senão ainda adormeço, parto um dente no teclado e ainda por cima tenho um pesadelo com uma certa exploração no Bismarck.
Pronto, estava enganada
Não sei se pule de alegria ou chore. A aproximação dos 30 deixa uma pessoa assim... meio doida!
29/07/2010
A saúde mental dos portugueses
Já o tinha dito antes, tenho de o voltar a dizer. Por vezes, determinadas situações despertam em mim certos pensamentos, determinadas notícias despertam em mim certas revoltas, mas como nem sempre estou perto do computador, por incrível que pareça, muitas dessas inquietações ficam por escrever. Por mera coincidência, ou não, acabo por ver na blogosfera ou na caixa de entrada do meu email, mensagens escritas por alguém com as mesmas preocupações, escritas por alguém que dada altura da sua vida sentiu:"Isto não está certo." Coincidência, ou não, o facto dessa sintonia existir, leva-me a crer que a esperança de mudança existe. Não a podemos deixar morrer.
O meu conceito de ser humano não me permite viver sem pensar que a todos os segundos, neste mundo cruel em que vivemos, há animais a serem torturados, há pessoas a serem tratadas como esses animais, há pessoas a serem vendidas como nacos de carne, há pessoas a morrerem de fome. E não, não é preciso pensar em países distantes, porque isto também se passa aqui, no nosso "cantinho à beira-mar plantado."
Deixo-vos com um texto, enviado pelo Nilton, sobre o estado psicológico da nação. Vale a pena lê-lo e reflectir sobre ele.
Alguns dedicam-se obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas.
Recentemente, ficámos a saber, através do primeiro estudo epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população. No último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas perturbações durante a vida.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência, urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das crianças e adolescentes. Neste redil de insanidade, vejo jovens infantilizados incapazes de construírem um projecto de vida, escravos dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária. Na escola, estes jovens adquiriram um estatuto de semideus, pois todos terão de fazer um esforço sobrenatural para lhes imprimirem a vontade de adquirir conhecimentos, ainda que estes não o desejem. É natural que assim seja, dado que a actual sociedade os inebria de direitos, criando-lhes a ilusão absurda de que podem ser mestres de si próprios.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100 casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo das crises sociais. Se não houver vínculos estáveis entre seres humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas sólidas e fomentar a prosperidade. Enquanto o legislador se entretém maquinalmente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa, deparo-me com mulheres compungidas, reféns do estado de alma dos ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de alimentos.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família. Nas empresas, os directores insanos consideram que a presença prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e produtividade. Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma mãe marejado de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três anos.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque a taxa de desemprego em Portugal afecta mais de meio milhão de cidadãos. Tenho presenciado muitos casos de homens e mulheres que, humilhados pela falta de trabalho, se sentem rendidos e impotentes perante a maldição da pobreza. Observo as suas mãos, calejadas pelo trabalho manual, tornadas inúteis, segurando um papel encardido da Segurança Social.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque é difícil aceitar que alguém sobreviva dignamente com pouco mais de 600 euros por mês, enquanto outros, sem mérito e trabalho, se dedicam impunemente à actividade da pilhagem do erário público. Fito com assombro e complacência os olhos de revolta daqueles que estão cansados de escutar repetidamente que é necessário fazer mais sacrifícios quando já há muito foram dizimados pela praga da miséria.
Finalmente, interessa-me a saúde mental de alguns portugueses com responsabilidades governativas porque se dedicam obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas. Entretanto, com a sua displicência e inépcia, construíram um mecanismo oleado que vai inexoravelmente triturando as mentes sãs de um povo, criando condições sociais que favorecem uma decadência neuronal colectiva, multiplicando, deste modo, as doenças mentais.
E hesito em prescrever antidepressivos e ansiolíticos a quem tem o estômago vazio e a cabeça cheia de promessas de uma justiça que se há-de concretizar; e luto contra o demónio do desespero, mas sinto uma inquietação culposa diante destes rostos que me visitam diariamente.
Transcrição do artigo do médico psiquiatra Pedro Afonso,
publicado no "Público" de 2010-06-21
Triste mundo em que vivemos
Pergunto-me o que dirão os ávidos contestadores do aborto perante esta notícia.
Que foi preferível eles terem nascido? Que foi a vontade de Deus?
Que foi preferível eles terem nascido? Que foi a vontade de Deus?
All around me are familiar faces
Worn out places
Worn out faces
Bright and early for the daily races
Going no where
Going no where
Their tears are filling up their glasses
No expression
No expression
Hide my head I wanna drown my sorrow
No tomorrow
No tomorrow
And I find it kind of funny
I find it kind of sad
The dreams in which I’m dying are the best I’ve ever had
I find it hard to tell you
I find it hard to take
When people run in circles its a very very
Mad world
Mad world
Children waiting for the day they feel good
Happy birthday
Happy birthday
And I feel the way that every child should
Sit and listen
Sit and listen
Went to school and I was very nervous
No one knew me
No one knew me
Hello teacher tell me what’s my lesson
Look right through me
Look right through me
And I find it kind of funny
I find it kind of sad
The dreams in which I’m dying are the best I’ve ever had
I find it hard to tell you
I find it hard to take
When people run in circles its a very very
Mad world
Mad world
Enlarging your world
Mad world
28/07/2010
27/07/2010
Status... post-mortem
O Carlos linkou a Turmalina e eu também o tenho de fazer, abrindo já alas à próxima campanha de sensibilização. São incríveis as barbaridades que se continuam a cometer em nome de uma suposta cultura elitista.
A BrewDog, produtora da cerveja The End of History, diz em sua defesa: "Nós queremos mostrar às pessoas que existe uma alternativa às cervejas de corporações monolíticas, introduzindo-as a uma abordagem completamente nova em relação à cerveja, elevando o status da cerveja na nossa cultura", disse James Watt, um dos fundadores da BrewDog."
Diria mais, uma cultura putrefacta, empalada em falta de escrúpulos!
26/07/2010
Teremos consciência do que se passa à nossa volta? (4)
New Super Skinny!
Treat with caution low durability.
Bem a propósito daquela coisa que estreou ontem na RTP e das mortas-vivas quem se passearam com trapos.
25/07/2010
24/07/2010
O que fazer quando um berbequim nos cai em cima do pé?
Gritar e saltar ao pé-coxinho?
Dar-lhe um pontapé, com o outro pé, para ver se também lhe dói? O que nunca é boa ideia de estivermos de chinelos...
Culpar os cães e o marido pela tragédia?
Fazer-lhe festinhas, para ver se passa?
Vir desabafar as mágoas para a net, no fim de ter feito tudo o que foi indicado acima?
É o que dá inventar bricolage, quando se tem tanto trabalho para fazer! Bem feito! Se a consciência não te pesa o suficiente, o destino encarrega-se de fazer justiça. Vai trabalhar!
23/07/2010
Teremos consciência do que se passa à nossa volta? (1)
Would you care more if it happened on your own doorstep?
A pedido da Cátia, iniciarei uma série de posts com imagens de campanhas de sensibilização (a maior parte delas enviadas por ela), para que possamos reflectir um pouco sobre o que se passa à nossa volta e, quem sabe, começar a agir.
22/07/2010
Festivaleiros, festivaleiros meus...
... haverá festival mais pop do que eu?
Espero que façam as rusgas do costume e depois venham dizer: "Ah e tal o pessoal do rock é que consome drogas, esses gandins de cabelo comprido e piercings. E os das tatuagens? São todos os drogados é o que é!" A ver vamos...
Se a parvoíce dos meus cães tivesse banda sonora...
Tadinhos, até gostam que lhes cante isto.
21/07/2010
19/07/2010
Queria escrever sobre...
... tanta coisa que me apoquenta. Não imaginam a quantidade de posts que tenho guardados na minha ervilhazinha seca, à espera do tempo, paciência e inspiração para os passar para este maravilhoso, e cada vez mais lindo (como as suas autoras), blogue. Mas... há vida além Internet e, nos últimos tempos, tenho tentado dar-lhe prioridade, daí a quantidade de posts de baboseira.
Além disso, esta blogosfera maravilhosa, providencia-me, blogue aqui, blogue ali, o reflexo dos meus anseios, das minhas preocupações, das minhas tristezas, das minhas frustrações. Sentindo-me automaticamente reconfortada, não vendo, por isso, necessidade de reproduzir o que os outros tão bem escreveram.
É engraçado, e é talvez o que mais gosto na blogosfera, que pessoas que nunca vimos, que não conhecemos e nunca vamos conhecer, por vezes, pensem exactamente aquilo que nos vai pela cabeça. Faz-me pensar que o mundo pode ser grande, mas o Homem é sempre o mesmo, seja onde for. Todos nós passamos por determinadas situações, como se fossem provas que temos de prestar à vida para crescer.
Por isso, obrigada caros blogueiros por me fazerem rir, chorar, pensar e por me darem a conhecer coisas novas.
Agora, por muito que goste de vocês, vou à minha vida.
18/07/2010
E neste fim-de-semana...
... festejaram-se novamente os 30.
Uma data tão importante, merece ser festejada as vezes que forem precisas.
Eu explico o bolo... É que os trintões, que conheci até então, são uns grandes taradões. Então, quis fazer o devido elogio aos 30 e que a Cátia os começasse com o pé direito.
Continuando no espírito das bolas, jogou-se bowling pela noite fora, com meia e sapatinho sexy. Ou melhor, jogaram, porque ninguém me convence a meter nos pés numas coisas que passam pelos chispes de tanta gente, seja com ou sem meia sexy.
E depois, no dia seguinte, uma pessoa acorda com dor de cabeça e assim meio agastada, porque tirar fotografias faz isto, deduzo que nada tenha a ver com a cerveja fresquinha, e com mais um prazo para cumprir.
A hora de almoço aproxima-se, vou à cozinha e parece que entro numa Twilight Zone meats hora da Coca Cola Light. Encontro o meu maridinho em traje digno de filme erótico a arrumar a louça e a fazer o almoço. Roam-se de inveja, ou treinem os vossos também, com falinhas mansas (nunca falha).
16/07/2010
15/07/2010
Afinal sempre somos os melhores
Thanks Spain for getting the World Cup for Portugal!
It turns out that according to the Tordesilhas Treaty (http://en.wikipedia.org/wiki/Treaty_of_Tordesillas) signed in 1494, everything conquered by Spain east of 46 degree meridian, is indeed property of Portugal. So, can you please fedex the Cup now to Portugal?
Woo hoo! Champions of the World!
It turns out that according to the Tordesilhas Treaty (http://en.wikipedia.org/wiki/Treaty_of_Tordesillas) signed in 1494, everything conquered by Spain east of 46 degree meridian, is indeed property of Portugal. So, can you please fedex the Cup now to Portugal?
Woo hoo! Champions of the World!
Com diria uma pessoa de quem gosto muito: "Caguei um pé todo!"
Segui o exemplo da Sol e fui ver que escritor malandreco andou a copiar o meu estilo literário... O quê? Aaaahhh! É ao contrário. Está bem.
Só podia ser uma pessoa profundamente traumatizada, com muitos fantasmas a assombrá-lo.
Só podia ser uma pessoa profundamente traumatizada, com muitos fantasmas a assombrá-lo.
Como é possível que estas coisas aconteçam??
A minha amiga Cátia, colaboradora do blogue, esta manhã, antes de ir para o trabalho, parou numa padaria na Maceirinha, para comprar qualquer coisa para o pequeno-almoço.
Estava a comer o bolo, quando, ao dar uma dentada, viu um objecto pontiagudo espetado no bolo. Ficou espantada a olhar para quilo. Quando o puxou, viu que era uma agulha de 4 cm.
Tirou fotografias, que podem ver aqui, e mandou a queixa para a ASAE.
Faço minhas as palavras dela: "Por acaso olhei para o bolo antes de trincar...O que é que fazia uma agulha de coser num bolo é que não percebo!"
Eu faria mais. Se a justiça em Portugal funcionasse, apresentava queixa na PSP. Isto é mais do que negligência profissional, é um acto criminoso!
Para mais tarde recordar (momentos 1984)
Poucos livros me marcaram, como o 1984 e o Brave New World. Bem sei que tenho a mania da conspiração (daí o nome do blogue) e que estes livros talvez tenham acentuado algumas das minhas teorias. Também é um facto que por vezes confundo ficção com realidade, mas nem tanto. Elas são indissociáveis. Ainda ninguém me soube responder qual inspira qual. É a realidade que inspira a ficção? Se sim, existe obrigatoriamente um pouco dessa ficção na nossa realidade, logo não será necessariamente ficção. É a ficção que inspira a realidade? Talvez, mas não creio. Apenas nos apercebemos de muitas realidades, quando confrontados com certa ficção.
Seja como for, sempre que vou a uma grande cidade, há sempre um momento ou outro que me faz sentir como uma personagem destes livros. Desta feita, foi no metro de Londres, quando aquela voz repetia constantemente: "Mind the gap, mind the gap, mind the gap..." Ou ainda: "For your safety, please keep your personal belongings with you, at all times;" como a voz de um Big Brother que martelava na nossa cabeça uma mensagem paternalista para nos proteger de nós mesmos, quando o mal provém das suas entranhas.
E por falar em entranhas, ao andar de metro nunca pensaram que, no caso de uma tragédia, cidades inteiras poderiam ser devoradas pelas suas entranhas? Scary...
14/07/2010
13/07/2010
Liberdade para crescer

'“A criancinha não se pode afastar dois metros na rua por causa da Maddie, não pode trepar a uma árvore por causa da gravidade (...)”
A infantilização das crianças é o novo vírus que afecta pais, avós, tios, vizinhos, professores e quase toda a gente que contacta com miúdos no dia-a-dia. Há meio século, mandavam-se crianças de seis anos cavar batatas para o campo. Actualmente, deposita-se a batatinha na boquinha da criança e pede-se encarecidamente se não seria muito incómodo para ela mover o maxilar inferior para cima e para baixo de forma a mastigar o que tem na boca. Assim de repente, entre uma coisa e outra é capaz de haver um meio-termo. Digo eu.
Esta galinhice assolapada é completamente contraproducente, porque a única coisa que faz é produzir crianças irresponsáveis e temerosas da sua própria sombra. Daniel Sampaio explicava há uns tempos numa entrevista que vivemos num mundo onde um jovem passa directamente de estar proibido de ir sozinho à mercearia da sua rua para estar autorizado a sair à noite até às três da manhã. Enfiam-se os miúdos numa campânula durante 14 anos, até que um dia os progenitores decidem que está na hora de abrir a porta e eles caem de pára-quedas no mundo. Isso não pode ser bom.
Alguém se anda a esquecer da importância de cultivar a exigência e o sentido de responsabilidade. De tanto ouvirem falar de raptos, pedofilia, acidentes e todo um vasto catálogo de tragédias, os adultos passaram a olhar para o mundo como uma ameaça ao bem-estar dos seus filhos. Tudo é perigoso. Tudo é assustador. A criancinha não se pode afastar dois metros na rua por causa da Maddie, não pode trepar a uma árvore por causa da gravidade, não pode ser repreendida em público porque ainda acaba traumatizada, não pode espirrar porque é um princípio de pneumonia. Não há pachorra.
As pessoas esquecem-se que uma criança de seis anos está mais próxima de vir a ser um adulto do que de voltar a ser bebé. Se os pais se atrevessem um pouco mais, perceberiam que é muito recompensador falar com os miúdos respeitando a sua inteligência e estimulando-os a ir além daquilo que já são capazes de fazer, em vez de estar permanentemente a travar todos os gestos que nos parecem arriscados. Como é que podemos esperar que os nossos filhos cresçam confiantes se a cada passo insistimos em almofadar o pavimento? Dir-me-ão que por vezes pode correr mal. Pois pode. Mas é preferível um joelho aberto de vez em quando do que um "tem cuidado" a toda a hora.'
Por:João Miguel Tavares, Jornalista (jmtavares@cmjornal.pt)
Dúvidas quase existenciais
Quantas de vós, fiéis companheiras neste mundo cruel e machista, foram abordadas por homens a masturbarem-se, seja de noite, ou em plena luz do dia?
Muitas, não é? Quase todas?
Pergunto-me... Será exclusividade nossa, ter de conviver com a perversidade masculina, ou também acontecerá nos outros países?
Mas se acontece por lá, essas pessoas serão certamente presas, nem que seja uma noite, não?
Então, porque é que cá, quando amigas partilham experiências, damos por nós a rirmo-nos destas situações, quando de facto são tão preocupantes?
Vivemos conscientemente livres, mas inconscientemente submissas a uma vontade masculina predominante?
Já ouviram falar destes casos de flashers, numa versão feminina? Não estou a falar das meninas bonitas que mostram as maminhas nos festivais. Estou a falar de um equivalente justo, uma velha, gorda e feia. Não que isso fizesse diferença para nós.
Como reagiriam os homens?
Mudaria alguma coisa?
Reencontros
Bem, prometi que tornava pública a comezaina de "coisas verdes" da Vera "Comedora de Carne," na passada sexta-feira, no Miss Saigon (já agora, recomenda-se, sejam vocês carnívoros ou não). Então, aqui vai.
E uma tardezinha na esplanada que soube a pouco. A seguir é em Granada... ;-)
12/07/2010
Erotismo festivaleiro
Há coisas muito mais importantes para falar, eu sei, mas apetece-me falar sobre isto. Muito possivelmente porque os meus sonhos foram invadidos por um incubus esta noite, mas também porque não se fala muito disto.
À semelhança do ano anterior, houve um festival erótico medieval, em Vila Nova de Gaia. Não fui, nem num ano, nem no outro. Porquê? Porque à semelhança da feira erótica que se realiza anualmente em Lisboa, foi organizado maioritariamente (senão totalmente) por homens.
Talvez a culpa não seja dos homens, talvez seja fruto da sua educação, talvez seja o reflexo daquilo que lhes é incutido, enquanto membros de uma sociedade machista, embora tanta coisa tenha mudado. Mas se queremos organizar um evento que rompa com crendices e valores ultrapassados, então seria bom não cair nessa armadilha de estereótipo/preconceito.
Nestas feiras, não existe qualquer erotismo (grandemente confundido por pornografia rasca) dirigido às mulheres. Pelo papel que as mulheres assumem, torna-se claro que, para os seus organizadores e grande parte dos que as visitam, o papel da mulher na sociedade e nas relações não mudou assim tanto. A mulher continua a ser uma boneca passiva, pronta a ser subjugada pelo grande macho.
Se existiu, de facto, alguma tentativa para agradar ao público feminino, esta falhou redondamente! Meus amigos, continuam a não fazer a menor ideia do que as mulheres gostam!
Qualquer mulher que se tenha deslocado ali, teve de se deparar com profissionais femininas de fraca qualidade e com homens (ou acumuladores de esteróides?) oleados e com fatos ridiculamente gays (sem ofensa).
Um dia destes, organizo uma feira erótica para mulheres, onde os homens só poderão entrar acompanhados, onde a masturbação pública masculina será interdita, e onde a mulher terá o poder que merece. Não, não estou a falar de dominadoras, mas de um mundo perfeito.
À semelhança do ano anterior, houve um festival erótico medieval, em Vila Nova de Gaia. Não fui, nem num ano, nem no outro. Porquê? Porque à semelhança da feira erótica que se realiza anualmente em Lisboa, foi organizado maioritariamente (senão totalmente) por homens.
Talvez a culpa não seja dos homens, talvez seja fruto da sua educação, talvez seja o reflexo daquilo que lhes é incutido, enquanto membros de uma sociedade machista, embora tanta coisa tenha mudado. Mas se queremos organizar um evento que rompa com crendices e valores ultrapassados, então seria bom não cair nessa armadilha de estereótipo/preconceito.
Nestas feiras, não existe qualquer erotismo (grandemente confundido por pornografia rasca) dirigido às mulheres. Pelo papel que as mulheres assumem, torna-se claro que, para os seus organizadores e grande parte dos que as visitam, o papel da mulher na sociedade e nas relações não mudou assim tanto. A mulher continua a ser uma boneca passiva, pronta a ser subjugada pelo grande macho.
Se existiu, de facto, alguma tentativa para agradar ao público feminino, esta falhou redondamente! Meus amigos, continuam a não fazer a menor ideia do que as mulheres gostam!
Qualquer mulher que se tenha deslocado ali, teve de se deparar com profissionais femininas de fraca qualidade e com homens (ou acumuladores de esteróides?) oleados e com fatos ridiculamente gays (sem ofensa).
Um dia destes, organizo uma feira erótica para mulheres, onde os homens só poderão entrar acompanhados, onde a masturbação pública masculina será interdita, e onde a mulher terá o poder que merece. Não, não estou a falar de dominadoras, mas de um mundo perfeito.
10/07/2010
Ei-lo, então!
Parabéns a você, nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida. Hoje é dia de festa, cantam as nossas almas, para a menina Cátia, uma salva de palmas!
Agora só tens de interiorizar que não é assim tão mau ter mais um ano. Tenta não pensar que já me aturas há 18 ou 19 anos. Vá lá... Não é assim tão mau.
É bom saber que temos uma pessoa que nos entende tão bem, e que não precisamos de nos ver constantemente, ou de falar, como já aconteceu. Basta saber que essa pessoa está lá, venha o que vier. Sabes que estarei cá, sempre que precisares.
06/07/2010
Terminator I
As máquinas estão a atacar-nos!! Ahahahah, eu sabia que um dia ia acontecer.
Só que agora não é o Skynet, mas sim o blogger, em forma de erro semi-esquisito "bX-o3qgph", que só poderia ter sido inventado por uma loura com o cabelo pintado de preto (aka inteligência artificial).
Se a seguir vierem bombas atómicas, saibam que gosto muito de vocês todos. :-p
Deixem-nos comentar...
Se fosse na América, a Google já tinha comido com um processo, por nos estar a privar, humildes utilizadores, de expressar o nosso livre-arbítrio. Isto pode ser grave...
Só que agora não é o Skynet, mas sim o blogger, em forma de erro semi-esquisito "bX-o3qgph", que só poderia ter sido inventado por uma loura com o cabelo pintado de preto (aka inteligência artificial).
Se a seguir vierem bombas atómicas, saibam que gosto muito de vocês todos. :-p
Deixem-nos comentar...
Se fosse na América, a Google já tinha comido com um processo, por nos estar a privar, humildes utilizadores, de expressar o nosso livre-arbítrio. Isto pode ser grave...
Flashback 15
Numa noite, saída do Lareira, a caminho do Terreiro, no carro da Tânia a berrar:
R-E-S-P-E-C-T
Find out what it means to me
Mulheres ao poder! eheheheheh
05/07/2010
As coisas interessantes que se dizem no chat do gmail
xx - agora para deixar de ser solteira tem de ser por um gajo mesmo espectacular!
eu - ahahahahah isso passa-te daqui a pouco voltas a apaixonar-te, é inevitável.
xx - lol já me apaixonei, depois foi mt estranho e agora tou na boa! sim, isso é verdade lol mas tá-se bem, tá-se muito bem lol a vida é bela e amarela ahahah.
eu - lololol amarelo... sempre ouvi dizer q é a cor da fome.
xx - ahahahahahah sim, tb ja ando a pensar em comprar um vibrador confesso lol.
eu - lolololol contam os relatos q n é mm coisa .deve ser como dar uma dentada numa peça de fruta de plástico.
xx - ahahahahahahahahahah
eu - esta foi filosófica, devia ir para o blogue.
xx - boa perspectiva por acaso lol gostei bastante e nunca tinha pensado nisso! lol
Pronto, seja em que contexto for, o meu discernimento é brilhante. Gostava de postar o resto da longa e hilariante conversa, mas por respeito à xx não dá, mesmo. Fiquem-se pela imaginação.
eu - ahahahahah isso passa-te daqui a pouco voltas a apaixonar-te, é inevitável.
xx - lol já me apaixonei, depois foi mt estranho e agora tou na boa! sim, isso é verdade lol mas tá-se bem, tá-se muito bem lol a vida é bela e amarela ahahah.
eu - lololol amarelo... sempre ouvi dizer q é a cor da fome.
xx - ahahahahahah sim, tb ja ando a pensar em comprar um vibrador confesso lol.
eu - lolololol contam os relatos q n é mm coisa .deve ser como dar uma dentada numa peça de fruta de plástico.
xx - ahahahahahahahahahah
eu - esta foi filosófica, devia ir para o blogue.
xx - boa perspectiva por acaso lol gostei bastante e nunca tinha pensado nisso! lol
Pronto, seja em que contexto for, o meu discernimento é brilhante. Gostava de postar o resto da longa e hilariante conversa, mas por respeito à xx não dá, mesmo. Fiquem-se pela imaginação.
Pub
Querem maquilhagem boa e barata, sem ter na consciência o peso da tortura de animais inocentes?
Agora, ide! Ide que nem umas loucas (ou loucos) comprar vernizes giríssimos, batons, e outros tantos, por dois 2€, e deitem fora os produtos assassinos que têm em casa. Vá, ide!
Nota: Os erros não são meus, tirei o texto como estava no site, como podem verificar.
02/07/2010
Rufem os tambores
Está a aproximar-se o segundo evento mais importante do ano (sim, porque o mais importante de todos é só em Dezembro).
Great expectations
O Homem não foi feito para ser o melhor, o Homem não é perfeito, o Homem pode ser bom naquilo que faz e por ser bom sobrevive à custa disso, mas nunca é perfeito. Se fosse perfeito, seria um Deus e os deuses não existem. Quanto aos homens que se julgam Deus, esses há em abundância, são mais imperfeitos do que todos os outros, alheios ao que os rodeia, incapazes de se perceber a si mesmos, como se se olhassem através de um espelho desfocado, que elimina os defeitos. “Espelho, espelho meu, haverá alguém melhor do que eu?” É o inevitável peso que vem com certos prémios.
Claro que já sabem de quem falo, o Cristiano Ronaldo. O jogador, o melhor do mundo, mas lá dentro o Cristiano, o garoto da Madeira, labrego, burro, que não sabe falar, que, provavelmente, não sabe ler, que trabalha nas obras e as garotas apenas gritam com ele para reclamar dos piropos que lhes manda, de cima de um andaime. O seu bronzeado é o conhecido “bronze à pedreiro”, também usa brincos, mas são de pechisbeque. Não tem dinheiro para fazer limpezas de pele, de modo que continua a ser um Bexiguinha, como o Carolino da Aparição, e com orgulho, porque macho que é macho não faz limpezas, nem usa cremes.
Mas um olheiro recrutou-o, vendeu-lhe um sonho. Depositou nele todas as esperanças de uma nação, como se fosse um D. Sebastião encarnado, pronto para nos trazer de volta as glórias do passado. O Portugal antigo, que caiu num abismo sem fundo.
É o melhor. Recebe num mês o que os seus colegas de escola não ganham em dez anos, ou mais. As miúdas caem-lhe aos pés, porque além de ser o melhor, é o mais bonito. É sabido que o dinheiro compra a beleza. Acredita ser um Deus, tal qual o Bexiguinha. Como tal, basta dar o ar da sua graça para vencer. O deuses são sempre vencedores, a derrota é culpa dos restantes mortais.
Esquece-se o nosso Bexiguinha (perdoem-me a alusão ao Carolino, mas é sempre nele que penso, quando vejo imagens do CR) que é preciso ser um grande homem, para suportar as expectativas que um povo deposita num Deus. À custa dos deuses todos nós queremos ser grandes, todos nós queremos atingir o céu.
É preciso ser um grande homem para se recusar a ser Deus. Cair sobre si e admitir que erra e falha como qualquer ser humano, para dizer que não é nosso salvador. É preciso ser homem, apenas homem, para ser humilde e dizer: “Não sou capaz.”
Enquanto o homem não descer do pedestal, continuará a ser visto como Deus. Terá de carregar o peso das nossas expectativas às costas. Caso não desça, por constatação das suas capacidades, cairá sobre o seu próprio orgulho. Um tombo penoso da ribalta, pelo qual tantos outros passaram, para cair no anonimato dos deuses falidos, ao qual tantos não sobrevivem. Mais vale falhar como homem, do que morrer como um Deus.
01/07/2010
Que lindo que ele está!
Pelo menos, tentando abstrair-me do facto de ainda agora ter vindo de férias e já me estar a levantar às 5 da matina (porque só consigo ser verdadeiramente produtiva, quando estão todos a dormir) para cumprir o prazo de entrega de um trabalho, posso abrir o meu blogue, respirar fundo e meditar um pouco sobre o aspecto zen que lhe dei.
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