17/03/2011

Tesouradas - take 2

Já passaram 3 meses desde a desgraça e o cabelo já cresceu cerca de 3 centímetros. Nada mau, mas continua muito curto. Felizmente, quando os nervos passaram e tive coragem de tirar o chapéu da cabeça, coisa que só aconteceu no mês passado, pude constatar que afinal a artista não me tinha feito um pixie cut. Achou bem rapar-me o cabelo atrás, mas deixou umas patilhas estúpidas de lado, que agora até criam a ilusão de eu já ter o cabelo quase, quase pelo queixo. Tento concentrar-me nesse pensamento positivo, para me abstrair do escadeado excessivo, que me faz acordar todos os dias com o cabelo no ar.
Haja boa disposição. O Michael volta e meia tenta levantar o cabelo com o gel e eu todos os dias acordo com o cabelo como este menino.
Só que, claro, com um aspecto muito mais fofinho, sem gel e com muito mais cabelo, em cima e nos lados. Portanto, o amor não é só aturar o mau hálito matinal do outro, é também fazer cara séria quando o outro tem um corte mesmo muito mau.
Durante esta fase do cresce, não cresce, sei que existirão alturas bem piores do que esta. Quando o cabelo ganha comprimento suficiente, para achar que pode fazer o que lhe apetece. É nessa altura que a tesoura entra em acção. A primeira vítima foi a franja. É sempre a franja.
Eu sei que se o cortar, ele demora mais tempo a crescer... Não é preciso tirar um curso de cabeleireira no IEFP para saber isso. Mas quem nunca mandou uma tesourada no próprio cabelo, que atire a primeira pedra.

2 comentários:

Manuela disse...

Querida Helena, pela mostra junta, ficou mesmo curto... e não, não te vou atirar a primeira pedra ;)
Beijinhos.

Helena disse...

Ficou... snif, snif :(