26/05/2011

E se eu mandasse o blogger passear e mudasse para o sapo?

As forças do mal uniram-se para me impedir de aceder ao blogue, ou comentar em blogues. Como em tudo na vida, as coisas acontecem-me sempre fora de tempo. A crise do blogger chegou à minha humilde tasca, depois de ter passado por todos os outros.
Vou aproveitar esta breve aberta, porque não sei se vou continuar com acesso, para vos desejar um excelente fim-de-semana e uma boa semana, que esta menina vai laurear a pevide e tomar o gosto ao dolce far niente.

Ciao!

23/05/2011

Só as pessoas que nasceram entre 1978 e 1982 (mais coisa, menos coisa) vão perceber a verdadeira essência deste post

Porque só as pessoas que nasceram nestes anos, apanharam a triologia da Guerra das Estrelas na TV, em tenra idade, e, quer tenham apreciado ou não esta apresentação à ficção, todos eles sonharam um dia mover as coisas com o pensamento, qual jedi master, ou medonho sith.
Já vos dói a barriga de tanto rir?
Hoje, no Delito, há um textinho meu. Ide, ide ver!

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Encenação: Norberto Barroca
Actores: Carla de Jesus, Duarte Salvador, José Luís Coelho, Rui Santos, Fátima Bonifácio, Cláudia de Freitas, Adriana Vieira, Jorge Pinto, Olga Franco, Sandra Fidalgo, Ivo Bento, Leandro Costa, Pedro Mateus, José Simão Santos, Rúben Silva, Ermelinda Silva, Inês Rodrigues, Isabel Ferreira
Maestro: Paulino Garcia
Figurinista: Márcio Garcia
Assistente Encenação: Olga Franco
Montagem e Operação Luz e Som: José Valente
Apoio à Cenografia: Emanuel Marques
Adereços: Lucília Ventura

Programa Espectáculos:

Sport Operário Marinhense

27 e 28 de Maio
3, 17 e 18 Junho

Clube Desportivo Moitense

9 de Julho

À conversa com Noberto Barroca

A propósito da estreia da peça de teatro Inspector Impostor (no seu original O Inspector Geral), no Sport Operário Marinhense, tive a oportunidade de falar com o encenador Norberto Barroca.

Para quem não sabe, Norberto Barroca, nasceu na Marinha Grande, onde começou a fazer teatro. Desde muito pequeno que o pai o levava ao teatro e desde então adquiriu o gosto pelos palcos.

O seu percurso profissional é conhecido. Mudou-se para Lisboa, para estudar Arquitectura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Paralelamente, fazia teatro universitário.

Estreou-se profissionalmente, no mundo do espectáculo, no Grupo Fernando Pessoa, em 1960. Fez vários programas de rádio e televisão. Em 1967, estreou-se como encenador, na casa da Comédia, com a peça Noites Brancas de Dostoiévski. Apenas dois anos depois, ganhou o Prémio da Imprensa pela melhor encenação com peça Fando e Lis de Arrabal.

Nesse mesmo ano, terminou o curso de Arquitectura e ganhou uma bolsa da Gulbenkian, para estudar teatro em Londres. Ao mesmo tempo, teve um convite para trabalhar em Moçambique como arquitecto.

Fez o primeiro espectáculo em colónias portuguesas, com tema africano, escrito por um moçambicano e interpretado por actores africanos, na qual participou o pintor Malangatana. Dois anos depois, voltou a Portugal.

Contam-se inúmeras colaborações com companhias independentes e nacionais, ao longo da sua carreira de 50 anos, entre elas a Casa da Comédia, a Companhia Nacional de Teatro, o Teatro S. Luís, A Centelha, o Teatro Nacional D. Maria II, o Teatro Maria Matos, o Casino Estoril, A Barraca, o Teatro ABC, o Teatro Maria Vitória, a Seiva Trupe e o Teatro Experimental do Porto.

Na Marinha Grande, encenou diversos trabalhos para o Grupo de Teatro do Operário, foi autor de A Soprar Se Vai ao Longe e de uma adaptação musical de O Fidalgo Aprendiz. O encenador conhece a maior parte dos actores e considera que atingiram um bom nível interpretativo, tendo em conta que é um grupo amador.

Agora estão a encenar uma peça de Gogol, um escritor russo de origem ucraniana, do Séc. XIX, muito importante para o teatro moderno. A peça, de temática extremamente actual, passa-se numa pequena cidade da Rússia, mas podia ser em qualquer lado.

No fundo, o que se representa é uma sociedade corrupta, onde todos fazem favores em troca de presentes. É retratada, em forma caricaturada, como se pode constatar na caracterização exagerada e propositada das personagens, a arrogância e umbiguismo dos dirigentes e altas autoridades de uma sociedade, facilmente associados a outros de uma realidade bem conhecida.

Um dia, essa sociedade é abalada, com a notícia da chegada de um inspector do governo, mas também pode ser do FMI, diz o encenador. Contudo, esse desconhecido inspector não passa de um funcionário público que não gosta de trabalhar e que se vai aproveitar de todas as mesuras e subornos que lhe fazem, na esperança de que o “inspector” deixe passar todas as irregularidades das suas más gestões.

Quando Gogol escreveu a peça, alguns burocratas não gostaram de se ver retratados e Gogol teve de abandonar o país. Norberto Barroca, acredita que a função do teatro é, também, denunciar. Denunciar os males, para que a sociedade se reveja no palco e possa mudar, ou, pelo menos, rever atitutdes.

Apesar de já não ser a forma de entretenimento principal da população, com o aparecimento da televisão e da internet, o teatro continua vivo e a ser um veículo importante. Nas palavras do encenador: É um diálogo entre o espectador e o palco. É diferente ver uma peça na televisão do que no teatro, tanto para quem vê, como para quem faz. O teatro tem essa comunicação com o público. Nasceu da necessidade de comunicar e ainda mantém essa dinâmica e função. A função de comunicar e dialogar. O espectador está sentado, mas está a dialogar mentalmente. É um debate de ideias, de inteligências. É um encontro de emoções. Essa comunicação é que faz o acontecimento teatral. Ver uma peça na televisão não é a mesma coisa, porque falta o público, falta o contacto directo, falta a comunicação, faltam as descargas emocionais.

Há peças que não são aliciantes para um público não habituado a ver teatro. São muito herméticas, muito rebuscadas, não têm uma mensagem directa. Os meus espectáculos são muito directos. Qualquer pessoa percebe o que lá está. É bom que cada um tenha a sua interpretação, mas há pessoas que não estão habituadas, temos de facilitar mais, sem retirar a qualidade.

A adaptação da peça está um pouco forçada, dada a realidade nacional. Não é passada aqui, mas fazemos referência a alguns dados. No fim, terminamos com uma canção que é a denúncia, é um resumo da peça e mais direccionada à situação portuguesa. Afinal, o teatro também é política.




18/05/2011

INVEJA mal secreto

AOS NAVEGANTES
Aos que pretendem empreender essa viagem, o autor pede que levem consigo, para o caso de se perderem, três distinções básicas: ciúme é querer manter o que se tem; cobiça é querer o que não se tem; inveja é não querer que o outro tenha.
E que prestem atenção: a inveja é um vírus que se caracteriza pela ausência de sintomas aparentes. O ódio espuma. A preguiça se derrama. A gula engorda. A avareza acumula. A luxúria se oferece. O orgulho brilha. Só a inveja se esconde.
E que tomem cuidado: como adverte uma personagem desse livro, a emergente Vera Loyola, «o verdadeiro amigo não é o que é solidário na desgraça, mas o que suporta o seu sucesso». Ou, como constatou outro personagem, o Padre: «A solidariedade na alegria é muito rara».
E que não se esqueçam: como dizia Nelson Rodrigues, «há coisas que o sujeito não confessa nem ao padre, nem ao psicanalista, nem ao médium depois de morto».
Uma delas certamente é a inveja.

Tendo em conta que são 6 da manhã (hei!) e eu estou de pestana aberta desde que começou a trovejar, há cerca de 3 horas, vinha com a intenção de me confessar, aos meus leitores, invejosa. Mas lendo o prelúdio deste livro de Zuenir Ventura da Coleção Plenos Pecados, que a minha querida Miss_I_Am_Free me ofereceu há uns bons anos (e ao qual ainda não dei a devida e merecida atenção), percebo que o meu sentimento, ao ver o Michael dormir profundamente, enquanto eu padeço de um mal chamado insónia (ou  bicho de carpinteiro para vir escrever este post), não é assim tão mau (ou será só o meu orgulho a falar?).
Várias vezes me confessei invejosa, por não conseguir dormir tão bem como ele, mas talvez seja mais cobiça. Tudo o que menos quero é que o Michael comece a dormir mal também, para não me deixar dormir o pouco que durmo. Sim, porque quando ele dorme mal, eu costumo dizer que sonha com mergulhos e golfinhos em alto mar, tais são os saltos que manda na cama. Ai... o egoísmo também é pecado? Bem, pelo menos, não tenho de comprar um lugar no céu. Tenho entrada VIP, directa e gratuita para o quinto dos infernos. Diz que não se mora lá assim tão mal. Ao menos, é quentinho e não troveja!
Às vezes, fico a olhar para ele a dormir. Nunca vi ninguém a dormir tão profundamente. Acho que se não o acordar, ou o despertador não tocar, é capaz de dormir dias seguidos. É que, quer dizer, como é que alguém é capaz de dormir assim, quando parece que os relâmpagos estão a cair no nosso jardim? E sim, ele está vivo. Está respirar, tranquila e profundamente, no sonho dos anjos, com a baba a escorrer pelo canto da boca. Ai, a inveja, outra vez. Ou a cobiça...
Eu só queria ter um bocadinho do que ele tem. Essa capacidade de fechar os olhos e dormir, sem fazer uma análise do que se passou durante o dia, sem fazer comparações com coisas passadas, sem pensar em coisas que não lembram a ninguém. Gostava de ter um botão e poder desligar. Sim, desligar seria bom. Aliás, ficar em stand-by. Ficava com a luzinha vermelha a piscar. Sei que temos de poupar energia, por causa do meio ambiente, mas estas pilhas ainda têm muito para dar. Muita energia, sono é que não.

17/05/2011

Profissão: Duro

Não, não... Não se deixem enganar. Este post não é sobre filmes de sexo e porrada, nem tão pouco sobre o delicioso rabo de Patrick Swayze, que por cá deixou tanta saudade. É sobre dentistas, a verdadeira profissão dura.
Sempre tive alguma dificuldade em perceber qual o motivo que levaria alguém, com inteligência para entrar em Medicina, a seguir o ramo dos maus hálitos, dentes podres, desdentados e afins. Possivelmente, estarei a ser muito injusta, mas parece-me o caminho mais curto para o sucesso. Afinal de contas, têm de estudar menos e um bom rendimento está mais do que garantido, sem chatices de maior.
Ora eu, se tivesse esperteza para a Matemática e tivesse instintos sádicos, escolheria ser alguém que salvasse vidas, de preferência bonita e magra, num hospital como muitos McSteamys, como se vê na TV. Os dentistas preferem as cáries e servir de inspiração para os filmes de terror. Não podemos ser todos iguais.
Desde que me lembro de ser gente, nunca tive grande medo de ir ao dentista. Nem mesmo daquela vez em que vi todo o processo reflectido na lente do "soutor", isto, claro, numa era pré-lentes anti-reflexo, ou lentes de contacto. Mas verdade seja dita, também não pulo de felicidade, quando lá vou.
Antes de mais, não sou grande fã de agulhas. Por isso, ser anestesiada é sempre complicado (não, não me ponho para lá a fazer fitas, que eu não sou de exteriorizar os meus terrores). Depois é a agressão à boca. São tubos e mais tubos e aspiradores e brocas e espelhos e dedos, tudo dentro da mesma boca. Da minha boca! Deduzo que o cliente de sonho dos dentistas seja o Steven Tyler, por motivos óbvios. Mas eu tenho boca de freira, é pequenina, não admite a entrada de muitos objectos estranhos ao mesmo tempo. Assim, ir ao dentista pode tornar-se doloroso e, por vezes, saio de lá com a sensação de que tenho a boca rasgada, quando a sinto. Na maior parte das vezes, a dose de anestesia é tal, que costumo sair de lá com uma bochecha e parte do lábio completamente descaídos. Não consigo falar, nem comer em condições, às vezes, babo-me toda e, na passada sexta-feira, descobri que não consigo assobiar. Se não tivesse a frieza de analisar a situação e perceber que era da anestesia, teria corrido para o hospital com medo de estar a sofrer um AVC.
Ainda assim, podia ser pior, podia ser muito pior. Podia apanhar um dentista stressado, com sede de vingança e desejoso de descarregar as frustrações do dia-a-dia numa desgraçada indefesa, presa na sua cadeira, como uma mosca na teia de aranha. E, convenhamos, uma pessoa que se submete ao mau estado da saúde oral da maioria dos portugueses, está sujeito a uma crise destas a qualquer momento.

14/05/2011

13/05/2011

Ironia do Destino?

Estar sentada na cadeira do dentista e entre seringas, brocas e aspiradores de baba, ver os Ramones na TV, em pleno esplendor, a cantar: I wanna be sedated.

10/05/2011

Estamos todos a ver o festival da Eurovisão?

Eu não posso, porque estou a bulir. Alguém tem de pagar impostos neste país, mas já que trabalho em casa, sempre posso dar uma espreitadela. Fui agora ver que bimbalhice era aquela e quase arranquei os cabelos de euforia com aquela actuação da Rússia. Continuo a preferir a vodca...

Qualquer dia, acusam-me de ser subversiva, mas de qualquer forma ficam aqui duas informações sobre aquela geração que dizem nada fazer (aquela que afinal somos todos nós)

I Assembleia (não deliberativa) do Fórum das Gerações - 12/3 e o Futuro


O M12M - Movimento 12 de Março convida à participação de todas as pessoas numa primeira Assembleia (não deliberativa) do Fórum das Gerações - 12/3 e o Futuro para iniciar um processo de debate presencial livre sobre propostas de solução acerca das temáticas do trabalho, da precariedade e do desemprego.
No espírito apartidário, laico e pacífico do Manifesto do Protesto da Geração À Rasca, procura-se continuar a promoção do reforço da Democracia Participativa, da pluralidade e da diversidade, assente na Carta Universal dos Direitos Humanos e nas Liberdades, Direitos e Garantias consignados na Constituição da República Portuguesa.

14 de Maio
Auditório do ISPA (Instituto Superior de Psicologia Aplicada)
Rua Jardim do Tabaco, 34
Lisbon, Portugal

15 de Maio - Mobilização Internacional - Democracia Verdadeira, JÁ!

Por isso, decidimos responder ao apelo de uma plataforma espanhola aos grupos e cidadãos dos vários países europeus para saírem à rua no dia 15 de Maio. Foi para esse dia que a tal “plataforma de grupos pró-mobilización cidadana” lançou uma iniciativa que está a tomar proporções que acreditamos inéditas – neste momento, é apoiada já por mais de 300 grupos, associações e blogs, e por milhares de cidadãos espanhóis. Por toda a Espanha, estão já convocadas mais de 30 manifestações sob o lema “Democracia Real Ya! Toma la Calle”. Esse apelo foi já aceite pela Bulgária, bem como pela França. Nós propomo-nos a fazer o mesmo, e para isso precisamos do apoio de todas e de todos. Apelamos às dezenas de grupos que existem por todo o país para apoiarem esta iniciativa, participando na sua construção. Pedimos que adiram à plataforma para preparar a iniciativa em Portugal, no facebook – é totalmente horizontal e desprovida de hierarquia.


Continuo sem explicação, mas...

Já sei que o vídeo foi "ligeiramente" manipulado. As referências que se encontram relativas a este incidente não me parecem de todo fidedignas, já que numas se lê que houve vários feridos (alguns graves) e prisões, noutras lê-se que cerca de 200 pessoas foram atacadas pela polícia, outros dizem até que há pessoas desaparecidas.
As outras duas fontes fazem referência à mesma reportagem da Lusa (SIC e O Distrito). É o relato mais imparcial, ainda assim fica muito por explicar e continuo sem perceber como uma repressão policial deste género não suscita interesse nos órgãos de comunicação social.
Mesmo que a PSP tivesse agido em resposta a algum tipo de agressão, nenhum dos manifestantes estava armado, logo nada justifica os disparos, nem o tipo de violência que se vê no vídeo, impossível de manipular.

09/05/2011

Alguém me explique, porque eu não percebo


Sinceramente, nunca percebi muito bem esta história do anarquismo. Para mim, para haver paz e estabilidade é preciso haver líderes. Também não percebo bem os grupos anarquistas, porque a mera existência de um grupo contradiz o anarquismo. Mas sei que na altura da Guerra Civil Espanhola, foi graças à organização anarquista (ou desorganização, sei lá), que as regiões do Norte de Espanha conseguiram resistir à pobreza e à fome.
Seja como for, concorde ou não com os ideais destes grupos, creio viver numa sociedade onde prima a liberdade de expressão, creio viver numa democracia onde me posso manifestar contra o que bem entender, desde que isso não afecte a ordem e a segurança pública.
Portanto, alguém me explique o que é esta merda, que se vê no vídeo por volta do 10º minuto, porque o que eu vejo é a repressão policial numa manifestação pacífica. E, já que estamos numa de explicações, porque é que nada disto teve direito a sequer um minuto de antena nas notícias?
Mas que raio de país é este?

07/05/2011

Se não gostarmos de nós, quem gostará?



Vamos lá exibir orgulho nacional, lembrar as coisas boas e expulsar o pessimismo. Copiem e partilhem à descarada como eu fiz. Ninguém leva a mal.

04/05/2011

São o quê?


Eu até nem acho que eles cantem bem, como já tinha dito. Eu até acho que são uns palhacinhos e até nem tenho assim tanta paciência para os ouvir. O facto é que vi um pouco da conferência de imprensa e também eu me ri. Digam o que disserem, a reacção dos jornalistas fala por si e mesmo que eles não ganhem isto, acho que já ganharam muito mais do que esperavam: respeito, um pouco por todo o mundo. Coisa que, em Portugal, poucos souberam dar. Com todos os seus defeitos, Portugal não podia ter melhores representantes. Somos e seremos aquele povo caricato, que tenta falar muito depressa e mistura as línguas para se fazer entender, amistoso e animado (pelo menos, antes da crise chegar), fazemos uma festa como ninguém e, na verdade, toda a gente gosta de nós. O que há para não gostar num povo tão inofensivo?

Outra vez os estacionamentos

*

Quantas vezes já disseram para vocês mesmos: "Olha-m'este! Deves ser deficiente dessa cabeça!"? Eu já o disse bastantes vezes, talvez por ser uma gaja resmungona, ou talvez por morar numa cidade onde as pessoas simplesmente não respeitam prioridades.

* No fim de abrir o blogue umas dezenas de vezes, a música e o assobio do vídeo, que abria automaticamente, tornou-se insuportável. Por isso, para novas visualizações, cliquem aqui, por favor.